Rodrigo Ohtake apresenta, na SP-Arte cinco peças criadas em parceria com a Granistone, explorando o potencial escultórico das rochas semipreciosas brasileiras. Produzidas em Amazonita, Speranza e Capolavoro, as obras, entre mesas, banco e poltrona, desafiam a gravidade e provocam o olhar com curvas, torções e equilíbrios inesperados.
“Evidentemente as rochas são muito duras, mas ao mesmo tempo, totalmente esculpíveis. Com isso conseguimos chegar em formas que não são fáceis de se chegar com outros materiais. Além disso, o peso das peças permite que se trabalhe com esforços que não são possíveis com materiais mais leves“

A Poltrona Lua é mais do que mobiliário: é experiência sensorial.
Seu desenho foi pensado para intensificar o contato entre corpo e pedra, criando uma relação íntima e quase ritual entre objeto e usuário. Um convite à contemplação, onde a rocha natural revela toda a sua força e delicadeza.

Um dos destaques é o banco Ritmo, composto por blocos de 100 kg unidos apenas por uma película de couro que serve de assento. Já a mesa lateral Oblíqua, em Amazonita e Capolavoro, instiga com a aparente instabilidade de suas formas.
A parceria reforça a proposta da Granistone de mostrar que suas rochas vão além do revestimento, afirmando-se como matéria-prima para arte e mobiliário de alto impacto, onde peso e delicadeza se encontram.

A Mesa Lateral Oblíqua é arquitetura em escala reduzida. Dois cilindros minerais, Amazonita e Capolavoro, se encontram em um equilíbrio inesperado, onde o menor sustenta o maior. Um exercício de gravidade, tensão e forma

